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Trinta por uma linha

O meu Engate

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Para que não surja qualquer tipo de dúvidas, nem sequer interpretações dúbias, apesar do título poder indicar outra coisa qualquer, este post é totalmente dedicado à minha esposa cujo aniversário foi há uns dias atrás. Eu tinha-lhe prometido que não ia haver manifestações de amor e carinho através do blogue, porque diz ela, e muito bem, não é o espaço adequado para esse tipo de coisas. Pois bem, vocês não sabem, mas eu sou um marido extremamente rebelde e por isso não resisti a aproveitar o momento e a falar um pouquinho de nós e da nossa história. Aliás, nem sou eu que vou falar. É o António Variações, pela voz do Tiago Bettencourt que o vai fazer.

 

E agora vocês dizem, "Então? É esta a vossa história de amor?" E eu respondo que não é literalmente a nossa história. Mas que tem pontos que se aproximam muito e afirmo também sem qualquer pejo que são esses mesmos pontos que fazem que, ao dia de hoje, passados oito anos, tenhamos uma relação tão forte e tão próxima.

Como já tive oportunidade de dizer noutras ocasiões, nunca fui muito à bola com os clichés do amor à primeira vista e das almas gémeas que estão destinadas a ficar juntas desde que nascem. Acredito em oportunidades que surgem, que são aproveitadas e que acabam por vingar pelo empenho, pelo carinho e pelo amor que nelas se colocam. É esse empenho, esse carinho e esse amor que fazem com que os problemas venham, os amuos aflorem, mas que não durem mais de um quarto de hora e que ambos só fiquemos descansados quando nos encontramos nos braços um do outro. 

Guardei a música para esta altura, porque é uma das músicas preferidas da minha esposa, também porque considero que conta um pouco da nossa história e acima de tudo porque vai de encontro ao que defendo para as relações e para a vida em geral, as oportunidades surgem e nós temos de as agarrar com toda a força. Foi o que eu fiz!

Pó de arroz

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Há músicas que tentam passar mensagens complexas, tentam esconder verdades obscuras ou até os segredos mais íntimos dos seus compositores. Outras há que nos desarmam de tão simples, sinceras e espontâneas que são. Há um grupo restrito de compositores que conseguem dizer tanto com pouco, e de uma forma tão descomplicada, que nos deixam sem palavras. A inocência e a naturalidade desta música fazem-me arrepiar de cada vez que a ouço. Em poucas palavras, Carlos Paião, aqui interpretado por Tiago Bettencourt, descreve de forma incrivelmente certeira uma parte fundamental dos relacionamentos humanos, a atração.

 

 

 

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