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Trinta por uma linha

Bárbara e Ken, um romance dos tempos modernos

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Por diversas vezes, já manifestei aqui a minha admiração por aqueles que conseguem, a partir do mais comum e corriqueiro da nossa língua, e abordando os assuntos mais banais e cheios de clichés, conseguem inovar, sendo criativos e originais. Felizmente para nós, temos muitos e bons artistas portugueses que o conseguem fazer com alguma facilidade e frequência. Sinto-me em dívida com este tipo de compositores, pelo prazer que me dão e pela genialidade que conseguem trazer à minha vida. Por isso, frequentemente, quando ouço uma música que me deixa especialmente fascinado com o que se consegue fazer, chego à conclusão que o melhor agradecimento que lhes posso fazer, aos artistas e às canções, é partilhá-los convosco, dar-vos a conhecer estas maravilhas, caso ainda não as conheçam, e divulgar aquilo que de melhor se faz por parte dos nossos artistas. 

Hoje, trago-vos uma banda sobre quem ainda não tive oportunidade de falar aqui no blogue, mas que está entre as minhas favoritas. Falo-vos dos Virgem Suta, um grupo que tem músicas mais originais do que estamos habituados a ouvir, com letras excecionais e que, com a sua simplicidade de palavras e ideias, nos conseguem dizer tanto.

Como não resisto a uma boa história de amor, escolhi uma música chamada Bárbara e Ken, que, na minha opinião é um verdadeiro romance dos tempos modernos. Para além de ter uma melodia belíssima, esta música traz-nos a narração de um romance, desde o seu início cheio de ilusões primaveris, passando pelas sobriedades outonais que vivemos, até chegar o gelo do inverno ao coração da relação. 

Um verdadeiro poema belo, sincero, original e muito atual sobre as nossas relações. Espero que gostem.

 

 

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